Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 24/08/2022

Dentre os dois signos opostos, conscientização e preconceito, entende-se que o autismo é considerado pela Organização Mundial da Saúde, uma doença de pouco entendimento da sociedade. Dentre essa sinopse, deve-se observar que os desafios para a inclusão de pessoas com autismo no Brasil há de ser um extremos cuidado de todos. Entretanto, o problema central se torna desde o inicio; em suadescoberta, até o desconforto da sociedade ao saberem e negarem uma interação sadia com o mesmo -pesssoa com autismo-.

Diante da problemática abordada, passa a ser de entendimento de todos que o governo brasileiro, contribui para o desaparecimento do julgamento intelectual de uma pessoa com as capacidades delimitadas. Assim, oferecendo leis de proteção ao cidadão e homenageando o apoio da conscientização do autismo no mês de Abril. Havendo a motivando para a população usar o azul, representando a causa defendida. Desta maneira, a ação da propaganda inserida no cotidiano das pessoas, interfere de modo indireto sobre sua conciência, formando por exemplo, um método social de implantação no campo social de respeito e indiscriminação.

Ademais, é de suma importância ressaltar na qual canais abertos de televisão já constam casos de pessoas com autismo.Tangenciando a citação anterior,é possível a interligação ao seriado “The good doctor”,na qual um médico recém formado com transtorno de espectro autista,sofrendo questões desonestas por conta de sua síndrome de seus colegas de trabalho. Segundo o canal de televisão ABC, a cada episódio transmitdo a angústia e revolta passada para seu espectador é realista e intencional, na qual a luta contra o preconceito seria o foco do programa.

Conclui-se, portanto que, os desafios para uma pessoa autista no Brasil devem ser minimizada constantemente com o passar dos dias, diante de que os portadores merecem o devido respeito como qualquer outro cidadão. Desta forma, é necessário o aprimoramento da saúde pública brasileira com o apoio do Ministério da Saúde, para detectar o mais rápido casos da síndrome e sempre haver o acolhimento e acompanhamento do índivio e sua família aos cuidados primordiais de bem-estar. Por fim, a intervenção passa a ajudar na conciliação da rotina e meios de inclussão sociais e acadêmicas aos autistas, progredindo para uma nação respeitosa e inclusiva.