Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 29/10/2024

Em 1948, a Organização das Nações Unidas promulgou uma das leis mais relevantes para a história: a Declaração Universal dos Direitos Humanos, cujo conteúdo assegura o direito de igualdade a todos. Todavia a falta de inclusão impede que os autistas vivenciem o benefício garantido pela ONU. Assim, a solução do problema exige que se combata a omissão da sociedade juntamente com a omissão do Governo.

Diante desse cenário, o conceito filosófico do contrato social popularizado na Europa no século XVIII, diz respeito ao dever que o Estado tem -ou deveria ter- de garantir direitos básicos aos indivíduos. Todavia a escassez de recursos deixa que o contratualismo europeu não é uma realidade estendida as pessoas com transtorno do aspectro autista. Essa utopia se justifica pela carência de integração no âmbito escolar e na área de trabalho.

Ademais, é fundamental apontar o Governo como impulsionador da indiferença às pessoas portadores de necessidades especiais no Brasil. Segundo, matérias publicadas sobre a dificuldade de compreendimento que o país enfrenta. Diante de tal exposto, o individualismo vem sendo cada vez mais comum. Logo, é inadmissível que esse problema continue a pendurar.

Portanto, é necessário promover ações concretas para combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que as autoridades por intermédio de verbas construa locais apropriados para tratamento/diagnóstico ao público alvo, e realize campanhas nas escolas voltada para a conscientização da inclusão social do autismo a fim de erradicar essa insensibilidade. Assim, se consolidará uma sociedade mais equitativa e justa, descrita na lei de 1948.