Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil

Enviada em 26/04/2025

De acordo com a ONU, há uma estimativa mundial de que exista mais de 70 milhões de pessoas que se encaixam no espectro autista, sendo cerca de 2 milhõs cidadãos brasileiros. Além disso, o autismo é mais comum em crianças do que doenças como, cancêr, AIDS e diabetes.

O aumento gradativo do TEA em crianças, e adolescentes no Brasil, requer automaticamente mais profissionais qualificados para lidar com essa especificidade, principalmente no dia a dia onde possa ser mais requerido essa atenção especial para aqueles que possuam este distúrbio, os auxiliando ao longo de sua rotina, para qualquer dificuldade que possa lhes surgir. Além de possíveis colapsos ou crises, mais conhecidos como Meltdown.

Nas escolas privadas, tem sido cada vez mais recorrente os casos de recusa de matrícula para crianças deficientes. Conforme reportagem “Pais e deputados cobram escolas particulares por rejeitar alunos” de O Tempo, justificativas como, “Não trabalhamos com esse tipo de criança. A escola não pode parar para se ajustar à sua filha. Não há nada que essa escola possa fazer por ela”, foram escutadas pelas famílias.

Diante disso, Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, deve instruir que as escolas, tanto públicas como privadas, tenham especialistas em cuidados com pessoas com o Transtorno do Espectro Autista em suas salas de aula, para que com isso possa ser possível a inclusão. Garantindo então, que o Art. 5º da Constituição Federal, e o Art. 8º da Lei Nº 13.146, de 6 de julho de 2015, sejam respeitados e devidamente estabelecidos.