Os desafios da inclusão de pessoas com autismo no Brasil
Enviada em 30/05/2025
Na série “The Good Doctor o Bom Doutor” é retratado o dia a dia do doutor cirurgião Shaw Murf o qual possui a Síndrome do Espéctro Autista, sendo o mesmo muito criticado e subestimado pelos seus colegas de trabalho, mesmo sendo um doutor excepcional. Trazendo para a realidade, a sociedade enfrenta desafios para a inclusão de pessoas com autismo no Brasil, por terem o consentimento deles serem pessoas diferente das outras, como se não fosem capazes de se encaixarem na sociedade, levantando assim dois tipos de problemas que precisam ser resolvidos que é o reconhecimento e a valorização de pessoas com tal problema.
Vale ressaltar que certas pessoas que não possuem o diagnóstico sobre o autismo já são discriminados da sociedade em que convivem. Como no caso da série “Gotham”, onde o personagem pinguim possui somente alguns traços de que possui tal doença, como a dificuldade de se comunicar e pela vontade excessiva que possuir ternos e sapatos, somente com esses traços ele já é considerado como diferente dentro da série, com as pessoas não se importando com o seu pensamento inteligente. Assim a sociedade não inclue pessoas as quais possuem um pequeno traço de diferença, percebendo assim que a mesma não aceita o diferente e sim o ingual.
Além disso, atualmente dentro das redes educacionais, estudantes com a doença do autismo são também vista como motivação de zoações, não se importando com a necessidade da pessoa de querer ser valorizada como os outros. Na série americana “Os Simpsons” é um exemplo, pelo fato do personagem Ralph ser considerado como uma criança estranha dentro de sua escola, por ele possuir condições diferentes dos outros, assim sendo excluido pelos outros alunos e ser alvo de piada dentro de sua escola. Com efeito, o número de crianças irá diminuir por causa das zoações, diminuindo assim a quantidade de crianças dentro das redes educacionais.
Portanto, é necessário o poder público junto com o Ministério da Educação incentivar os alunos por meio de projetos para a valorização e reconhecimento do autismo, como cartas para algum conhecido com o mesmo transtorno. Com isso, é fato da sociedade será capaz de valorizar tais pessoas, incentivando a inclusão.