Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 21/04/2020
Durante o governo de JK, uma grande parcela dos investimentos públicos foram feitos no setor rodoviária, que tinha como objetivo à atração de indústrias automobilísticas para o País. Tal fato, justifica o atual conflito no uso exacerbado de transportes que usem derivados de petróleo, segundo o G1 economia, somente carros e ônibus representam 44% da forma de locomoção no Brasil. Refletindo a falta de projetos públicos como construção de ciclovias que garantam segurança, ou ampliação na diversidade de transportes públicos, o que reduziria o impasse.
Em primeiro lugar, é importante analisar a falta de investimento em transportes públicos que funcionem de forma sustentável. Segundo à EXAME, só em São Paulo, tais veículos como carros e ônibus públicos representa 76% da emissão de gases estufa. Isso se deve a falta de investimentos em novas formas de transportes públicos que acaba levando ainda mais a população à usar só esse meio de locomoção, isso se torna um problema quando você não tem transportes sustentáveis ou programas em apoio ao uso consciente, isso acaba agravando a questão ambiental.
Por consequente, a falta de políticas públicas catalisa outro problema, a falta de apoio a pessoas que já usam transportes sustentáveis. Em entrevista ao G1, o especialista em trânsito Ronaldo Gáudio destacou a insegurança e a falta de ciclovias como impasse para uma sociedade sustentáveis, tal opinião nos remete a dificuldade que muitas pessoas sentem de sair com meios alternativos pela insegurança de assaltos e outros, ou pela falta de espaço, que mutias vezes encadeia acidentes.
Portanto, medidas são nescessárias, com o objetivo de ampliar e construir espaços adequados ao tráfego, o estado por meio de projetos enviado a câmara dos deputados, dará verba ao ministério da infraestrutura para a construção de ciclovias, ferrovias, implantação de calçamentos ou outras formas que auxiliem no uso de meios sustentáveis, essa obra começará em grandes centros e vai se propagar em outros espaços. Isso ajudará na redução de gases estufas além de ampliar a rede de transportes brasileira.