Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 20/05/2020
De acordo com o artigo 25 da Constituição, é dever do Estado promover e preservar um meio ambiente equilibrado. Nesse contexto, é fundamental compreender que os desafios da mobilidade urbana sustentável no Brasil têm como principal causa a desorganização dos automóveis e, consequentemente, o aumento de gases poluentes na atmosfera.
Primeiramente, vale destacar que no estado de São Paulo, a atividade do rodízio de carros é muito comum, o qual consiste na alternância dos transportes permitidos circular pela cidade diariamente. Paralelamente, nesse cenário, a falta de organização por parte das frotas de veículos prejudica, inevitavelmente, o cotidiano dos moradores dessa região. Para tal, esse panorama acaba por contribuir para a dificuldade da mobilidade urbana e uma má qualidade de vida nas metrópoles.
Outrossim, vale destacar também que, segundo a reportagem do Instituto Estadual do Meio Ambiente (INEA), cerca de 77% dos poluentes lançados na atmosfera vêm das fontes móveis. Para tal, a propagação desses gases acarreta no aumento da temperatura média da Terra e, consequentemente, no aquecimento global. Dessa forma, se tem a elevação dos níveis de mar, logo, a inundação das cidades litorâneas. Dessarte, medidas que visam mitigar os desafios da mobilidade urbana sustentável no Brasil são necessárias. Para tal o Ministério da Infraestrutura deve, por meio de verbas destinadas para tal órgão, criar reuniões com os governadores das cidades, com o objetivo de diminuir os efeitos colaterais desse cenário catastrófico. Essa proposta sugere a organização das frotas móveis das regiões e o aumento de opções sustentáveis de locomoção para que, então, o artigo 25 da Constituição tenha maior eficiência.