Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 29/05/2020
O Uber, aderido em 2014 pelo Brasil, com o auxílio da internet, é uma opção de mobilidade urbana mais usada desde a sua chegada. Porém, embora gere lucro para os praticantes, ela corrobora para o meio insustentável de transporte no país, visto que utiliza o automóvel como recurso principal, facilitando a emissão de gases na atmosfera. Deste modo, a intensificação das viagens dos programas que influenciam o uso automobilístico, fortalece a decadência dos caminhos sustentáveis para o desenvolvimento.
Em primeira análise, a quantidade de indivíduos que aderiram a novidade supracitada foi significante nos últimos 5 anos, principalmente, nas metrópoles brasileiras, como Rio de Janeiro. De acordo com o site Uber Newsroom, existe mais de 22 milhões de usuários que adquiriram o aplicativo na nação, sendo 1 milhão de parceiros da empresa. Logo, é indubitável a negligência ambiental devido à diminuição dos deslocamentos sustentáveis, como as ciclovias, e urge ser discutido.
Por conseguinte, a parceria do uso do programa e da falta de manutenção dos espaços destinados à locomoção de bicicletas, por exemplo, resulta na decadência do aproveitamento deles. O site CBN , em 2018, realizou pesquisas na avenida Faria de Lima, em São Paulo (SP), e registrou as reclamações dos paulistas em relação a infraestrutura das ciclovias, pois, de acordo com eles, está provocando constantemente muitos acidentes. Por isso, são necessárias medidas para acabar com as problematizações evidenciadas.
Infere-se, portanto, a minimização dos transportes que prejudicam o ambiente brasileiro. Destarte, cabe ao poder Legislativo, em parceria com o Executivo, limitar os números de viagens dos motoristas do Uber e melhorar as estruturas precárias das metrópoles brasileiras, por meio de leis estabelecidas e financiamento do senado, respectivamente, a fim de melhorar a sustentabilidade do país. No mais, o Brasil será reconhecido pelo gesto de proteção da natureza.