Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 07/07/2020
A china é o país mais poluente do mundo, em semelhança a isso, o Brasil também é um dos países que mais polui atualmente. Esse fato se deve à emissão dos combustíveis fósseis emitidos diariamente no meio ambiente e nas cidades, devido a questão dos transportes públicos e particulares que são os principais poluidores e, a maioria, criadores de gases maléficos como o carbono. Porém, os meios de transportes de baixo impacto ambiental enfrentam muitos desafios como a falta de ciclovias e bicicletários nas cidades, e a falta de estrutura para os pedestres.
A princípio, bicicleta é um meio de transporte pouco poluente, mas também é pouco usado. Apesar de trazer benefícios para a saúde como, por exemplo, diminuir o estresse, muitos ciclistas reclamam da dificuldade de acesso por conta da falta de investimento nos recursos necessários para uma boa mobilidade urbana, dessa forma, a possibilidade de acontecer acidentes entre bicicleta e outros veículos se torna maior. Na cidade de Belém, capital do Pará, a maioria das ruas não possuem esse espaço adequado para os ciclistas, consequentemente, é comum que haja graves acidentes nas cidades.
Além disso, pedestres sofrem com infraestrutura das cidades brasileiras. Vários fatores contribuem para esse cenário, alguns desses problemas são a falta de sinalização, faixas de pedestres, iluminação, ruas esburacadas e rampas para pessoa que possuem algum tipo de deficiência física. De acordo com uma pesquisa na revista Veja São Paulo os pedestres são quase metade das vítimas no trânsito.
Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para que os meios de transportes de baixo impacto ambiental sejam mais utilizados. Cabe ao Governo investir em ciclovias, sinalização, rampas, e outros recursos que facilitem esse modo de mobilidade urbana. Logo, o uso de bicicletas tende a aumentar, por consequência, diminuirá o uso de transportes poluentes.