Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 27/08/2020
Durante o governo de Juscelino Kubitschek, o Brasil passou por um intenso momento de industrialização com o rodoviarismo sendo adotado como o principal meio de transporte, isso serviu para consolidar os automóveis como os veículos mais usados no Brasil. Entretanto, tal sistema exige elevada demanda de recursos naturais, refletindo, em uma sociedade de mobilidade urbana com grandes impactos ambientais. Então, convém explorar, sob esse aspecto, os principais problemas deste fenômeno na sociedade brasileira.
No Brasil, a utilização de veículos movidos à petróleo e seus derivados se tornam cada vez mais comuns e populares. No país, a aquisição de um automóvel pode simbolizar uma conquista de poder e prestígio social, fator esse que pode interferir na escolha de optar por meios de transportes mais sustentáveis, como a bicicleta. O grande problema é que o setor de transportes é o que mais causa impacto na qualidade do ar, e a modalidade dos rodoviários é responsável por 90% das emissões de gases poluentes e de CO2.
Outro problema que se enfrenta é o alto índice de violência nas estradas e avenidas. No documentário " Luto em Luta", é possível ver como a irresponsabilidade nas vias públicas pode afetar milhares de famílias e vidas. Segundo a OMS, quando se fala em acidente de trânsito no território nacional, o Brasil se encontra em terceiro lugar.
Tendo em vista os desafios da mobilidade urbana, acarretados pelo elevado nível de poluição e pela falta de segurança nas vias públicas, é necessário que o governo promova, por meio de campanhas nas redes sociais e televisas, o uso de transportes alternativos que acarretaria em uma diminuição dos gases liberados no meio ambiente. Também é dever da Secretaria de Mobilidade Urbana garantir as melhores condições de segurança e fluidez de deslocamento das pessoas, garantindo assim, uma diminuição da violência nas ruas.