Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 30/08/2020

No século XXI, o aquecimento global é apontado como uma grande problemática resultante da concentração de gases nocivos no ar. Os veículos, ao utilizarem combustíveis fósseis, tendem a agravá-lo. Nas cidades, observa-se o massivo uso de transportes individuais movidos a derivados do petróleo que causa intenso trânsito, prejudicando o fluxo de mercadorias, serviços, pessoas e o equilíbrio dos ecossistemas mundiais. Em vista disso muito deve ser feito para as melhorias dessa problemática.   São muitos os impactos da má estruturação da mobilidade urbana, alguns deles são: O congestionamento de vias públicas e a poluição atmosférica que influenciam a qualidade de vida e a economia. Os níveis de estresse e de problemas respiratórios nos centros urbanos são altos. Os habitantes destinam menos tempo ao lazer, pois o gastam nos deslocamentos diários. Afeta-se a saúde e a produtividade dos indivíduos. A entrega de serviços e mercadorias é também dificultada.

No Brasil, o incentivo a compra e uso de carros começou em 1950, no governo de Juscelino Kubitschek, e perdura até os dias atuais. Por isso, há poucos investimentos em transportes coletivos ou alternativos que apresentam menor custo e poluem menos, como a bicicleta, por exemplo. É extraordinário nos dias de hoje ver a construção de ciclovias e aqueles que optam por utilizar bicicletas disputam espaço com outros veículos.

Portanto, modificar o deslocamento dos cidadãos a fim de garantir a preservação ambiental é vital. O governo deve realizar obras de construção de ciclovias e ampliar a malha metroviária para conectar diversas áreas, assim como veicular campanhas, em parceria com a mídia, sobre preservação do meio ambiente e troca de veículos poluidores por transporte coletivo e alternativo. Assim, as consequências drásticas do aquecimento global poderão ser freadas.