Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 27/08/2020
A falta da mobilidade existente sobre os meios de transporte com baixo impacto ambiental em sua maioria acontece pela má gestão do estado, por exemplo a falta de ciclovias e o grande tráfego de automóveis nas rodovias causando a insegurança. Entretanto mesmo que a política mude a população ainda tem parte da culpa, pelo fato de sempre inventarem uma desculpa para não largar os carros ou motos, como o trabalho ser longe de casa, a questão da instabilidade metereológica, entre outros fatores.
É sabido que a falta de ciclofaixas no Brasil é culpa do estado e é confirmado pelo levantamento feito pelo G1 junto às prefeituras das 26 capitais do Brasil mostra que, juntas, elas possuem 1.118 quilômetros de ciclovias que corresponde a distância de Salvador na Bahia até Natal de Rio Grande do Norte. Essa distância é pouco significativa em comparação com a extensão total do território brasileiro.
Desta maneira muitas pessoas ficam desmotivadas para adquirir e até andarem de bicicleta para a própria locomoção preferindo o uso de um carro. Esse aumento no número de automóveis acaba causando o engarrafamento, assim os trajetos menores duram mais, também aumenta a poluição do meio ambiente, por conta dos gases poluentes liberados por eles. Interferindo na qualidade de vida das pessoas e no Planeta Terra.
Logo para para que o problema da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental seja solucionado é preciso que o Governo Federal e o Ministério da Infraestrutura trabalhem juntos na construção de ciclovias em todos os estados, para que esse tipo de locomoção se torne cada vez mais normal, diminuindo o congestionamento no trânsito e com o tempo os impactos ambientais gerados pelos carros possam ser menores. Uma outra política para esse empasse é a disponibilização do aluguel bicicletas em locais determinados e com limite de tempo determinado pelo consumidor, que devem ser cedidas por empresas privadas e públicas, para que toda a população use-as.