Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 30/08/2020

“A transformação pessoal requer substituição de velhos hábitos por novos.” A frase dita pelo autor Wilferd Arlan Peterson explicita que a criação de novos hábitos pode transformar o modo de viver da população. A princípio o uso de bicicletas seria uma dessas mudanças, sendo de suma importância para aprendizado e crescimento humano, uma vez que acarretaria na diminuição de automóveis pelas ruas, consequentemente diminuindo os gases poluentes que ele produz.

Por meio de pesquisas desenvolvidas pelo IBGE (instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) evidenciaram que apenas 4% da população brasileira utiliza o ciclismo como meio de transporte no Brasil. O que poderia vir a mudar, uma vez que as bicicletas foram escolhidas como símbolo mundial da mobilidade sustentável pela Organização das Nações Unidas (ONU), por não contribuir na emissão de gases poluentes na atmosfera. Juntamente com a prática de atividades físicas por meio do ciclismo, que melhora a resistência muscular e ajuda no bem-estar dos indivíduos.

A priori, a construção de ciclovias para maior incentivo da pratica seria de grande agrado, extensa parte da população não escolhe essa opção pela falta de segurança em andar entre os carros, mesmo sendo oportuno. Cerca de sete milhões de pessoas morreram ao redor do mundo devido contaminações na atmosfera segundo estudos feitos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).  Um dos principais poluentes é o gás carbônico, que é emitido pelos automóveis, sendo o principal emissor e responsável por 75% do total entre todos os emissores.

Contudo, a melhor forma para diminuir o agravamento dos gases, e promover inclusão das bicicletas são, construções de ciclovias, projeto que pode ser desenvolvido pelo governo brasileiro. E o incentivo seria o acréscimo de propagandas sobre bicicletas e seus benefícios, personagens em novelas as utilizando, e até mesmo digital influencer as usando com mais frequência.