Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 25/08/2020
Mobilidade urbana é a forma e os meios utilizados pela população para se deslocar dentro do espaço urbano. Para avaliá-la, é preciso levar em conta fatores como: a organização do território, fluxo de transporte de pessoas e mercadorias, os meios de transportes utilizados. No Rio de Janeiro, 3 milhões de pessoas dependem do ônibus e 780 mil do metrô. No entanto, com a Copa do Mundo (2010) e os Jogos Olímpicos (2014) muitos projetos de mobilidade urbana saíram do papel e beneficiaram o cidadão.
Segundo o filosofo alemão, Karl Marx, os seres humanos e a natureza se encontram numa relação de reciprocidade, conforme descreve nos Manuscritos econômico-filosófico de 1844: o ser humano vive da natureza; ou seja, a natureza é seu corpo, com o qual precisa estar em processo contínuo para sobreviver. Durante este século, a natureza e os próprios indivíduos (animais irracionais e racionais) vêm sofrendo com o aumento do uso de automóveis individuais.
O alto uso de transportes individuais em detrimento da utilização de transportes coletivos, individualmente resulta em problemas de mobilidade urbana, como congestionamentos, aumento do índice de acidentes, poluição ambiental e principalmente o aumento do efeito estufa e das ilhas de calor em algumas regiões. De acordo com a 3° Lei de Newton, toda ação resulta em uma reação, ou seja, toda essa poluição causada pelo uso de carros individuais irá afetar os seres humanos no futuro.
É imprescindível que tais medidas sejam tomadas para que as pessoas não corram riscos de saúdes e para que o planeta.