Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 25/08/2020
As cidades brasileiras precisam trabalhar no sentido de priorizar o transporte público de baixo impacto ambiental e o transporte não motorizado. E os desafios encontrados na mobilidade urbana do Brasil são os reflexos de estratégias políticas.
A urbanização do Brasil aconteceu de um forma rápida e desordenada, apos a Segunda Guerra Mundial, onde não teve o planejamento adequado na infraestrutura das cidades, para facilitar o deslocamento diário dos cidadãos nas ruas através de meios alternativos, como as bicicletas. E a influencia da compra de veículos particulares cada vez mais aumentava, principalmente no governo de Juscelino Kubitschek que desejava um governo de modelo desenvolvimentista ao país. Com isso, nota-se que a grande quantidade de veículos, bem como a falta de projetos que incentivem o uso de alternado destes, são impasses a serem superados pela sociedade brasileira.
Em uma pesquisa feita na cidade de São Paulo, descobre-se que 97% de toda as emissões de CO geralmente são provenientes do escape dos veículos a moto, isso significa que o uso diário dos automóveis e um grande vilão do ar e consequentemente da nossa saúde. Também deve-se lembrar que este composto químico e responsável pelo aumento do aquecimento global, ocasionando o aumento a temperatura media e os outros diversos problemas ambientais. O uso diário de automóveis particulares ocasiona o diversos problemas no transito, como o engarrafamento, o estresse diário dos motoristas e ate mesmo pequenos acidentes.
É necessário, portanto, desenvolver métodos para incentivar formas sustentáveis de transporte. Para isso, os governantes devem implementar projetos como o de carros comunitários, que são as pessoas que combinam de dar carona uma para as outras e dividem os gastos, optar também pelas bicicletas compartilhadas e a melhoria dos ciclos de faixas, a fim de melhorar a mobilidade urbana.