Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 27/08/2020
Após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil teve o início da urbanização de forma desordenada e rápida. Isso refletiu nos dias atuais, já que não houve uma organização adequada na infraestrutura das cidades, para que se torne mais fácil o deslocamento dos cidadãos, através de diferentes formas de transporte coletivo, bicicletas, ou até mesmo a pé.Contudo nota-se um grande uso de automotores nas cidades, assim contribuindo para o impacto ambiental no ar gerando diversos problemas na natureza e na saúde da população.
Em 2012, foi sancionada a Lei da Mobilidade Urbana que deve ser aplicada em municípios com mais de 20.000 habitantes, ela promulga a elaboração de um plano que tem o objetivo de melhorar o deslocamento das pessoas, integrar diferentes meios de transportes e estabelecer preços acessíveis para as tarifas de transporte público.Muitas cidades tem problemas no asfaltamento e sinalização nas ruas, possuem uma tarifa alta e baixa qualidade no transporte coletivo afetando a escolha do cidadão de qual meio de transporte irá escolher.
De acordo com dados publicados no anuário 2017 da Confederação Nacional dos Transportes, a frotas de automóveis no Brasil é de 51,2 milhões o equivalente a um carro para cada quatro brasileiros.Essa prática do uso de automóveis além de causar problemas urbanos com muitos acidentes a gigantescos congestionamentos, ela também ocasiona a poluição atmosférica por gerar CO2 e SO2 pela queima de combustíveis fósseis no ar contribuindo para o aumento do aquecimento global no planeta e afetando na saúde de pessoas com doenças respiratórias.
Portanto, é necessário que as prefeituras invistam na melhoria do transporte público, aumentando o número de ciclovias e na criação de novos projetos para o empréstimo de bicicletas gratuitas.O Ministério do Meio Ambiente, junto com o Ministério da Economia devem divulgar campanhas a cerca dos prejuízos causados pelos automóveis na natureza e na vida dos cidadãos, e aumentar a taxa tributária de impostos sob combustíveis fósseis, afim de reduzir o consumo do uso de automóveis e incentivar o uso de diferentes formas de transporte diminuindo o impacto ambiental melhorando assim a qualidade de vida da população.