Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 27/08/2020

Em 1956, o novo presidente da república, Juscelino Kubistchek, foi responsável pelo início de grandes avanços econômicos, sendo priorizado o investimento no setor de transporte. Mas, com o decorrer de 64 anos, mesmo com tais investimentos uma parcela da população não possui acesso a ciclovias e calçadas de boa qualidade, por descaso do Estado. Além disso, a àqueles que evitam o transporte de baixo impacto ambiental buscando opções mais “rápidas” em suas vidas.

A Campanha Calçadas do Brasil (CCP), afirma que nenhuma capital brasileira possui condições de circulação para pedestres e portadores de deficiência, segundo a CCP o Brasil está com 5,71 em uma escala de 0 a 10 onde o mínimo aceitável é 8. Em razão de serem encontrados nestes pavimentos buracos, degraus, faixas de travessia desgastadas, postes, escassez de rampas, locais perigosos e poluídos. Evidenciando assim o desprezo do Estado com uma alternativa viável para a mobilidade urbana.

Outro aspecto, é que a vida urbana é rodeada de estresse, que são estimulados ainda mais por uma vida “corriqueira”, onde são obrigados a escolherem opções mais “rápidas” de transporte, como o uso de automóveis. Desta forma, é evitado o uso de transporte público, devido se encontrarem lotados, sujos, inseguros e desconfortáveis, dando preferência ao uso de veículos pessoais. Tornando meios de maior choque ambiental as melhores opções para a população, entretanto, mais prejudicial ao meio ambiente.

Logo, é obrigação do Estado a restauração e criação de ciclovias e calçadas, também é responsável por repará-las durante o decorrer do ano.  Sendo necessários, ainda, os investimentos em meios de transporte alternativos como bicicletas e patinetes elétricos, aplicando sua maior distribuição dentre a cidade e baixo custo com a utilização de energias renováveis. Por fim, o