Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 27/08/2020
Com o desenvolvimento da indústria, devido à combinação da linha de montagem com a divisão do trabalho e alta padronização, a produção em massa e o baixo custo foram realizadas, e a linha de montagem realizou a produção em massa das empresas de produção de automóveis. Com o passar do tempo, se tornau bem mais acessível adquirir um automóvel, consequentemente aumentou o número de carros nas ruas criando um alto congestionamento e a maior queima de combustíveis fosses, contribuído para o aquecimento global.
Em relação aos transportes com baixo impacto ambiental, pode-se destacar que o Brasil deveria investir mais nessa área. Isso pode ser comprovado não apenas pelo problema do aquecimento global, mas também pelos benefícios dessa prática sustentável.
Segundo os pesquisadores, como os veículos brasileiros usam gasolina, mais de 70 milhões de toneladas de dióxido de carbono são lançadas na atmosfera. Portanto, este composto provoca um aumento do aquecimento global, o que leva a um aumento da temperatura média e, portanto, alguns problemas ambientais.
Portanto, esses desafios parecem exigir a intervenção dos cidadãos e do Estado. Portanto, para reduzir a circulação de automóveis e aumentar o uso do transporte público e da bicicleta, o estado deve cooperar com as empresas desses veículos sob tutela do Ministério dos Transportes para garantir que a capital tenha mais ônibus, além de aumentar as ciclovias e Além da quantidade de sinalização, o preço dos ingressos deve ser sempre mantido para que todos possam utilizar, para garantir a segurança dos ciclistas e estimular o uso da bicicleta no dia a dia. Além disso, o Ministério do Meio Ambiente, em conjunto com as principais emissoras de TV, pode promover esportes sobre os danos causados pelos automóveis e difundir os benefícios econômicos e à saúde das bicicletas.