Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 28/08/2020
O livro O cidadão de Papel, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxergar as mazelas que afligem o Brasil contemporâneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que o os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental afeta a sociedade como todo. Assim, seja pela falta de investimentos do Governo, seja pelo baixo uso de mobilidades que não agridem o meio ambiente por pessoas em seu dia adia, o problema permanece silenciosamente afetando o país e exige uma reflexão urgente.
Em primeiro lugar, é indiscutível que o poder público se omite frente ao agravamento da situação. Segundo a Constituição, é dever do Estado promover o bem de todos e do país, porém não é oque se observa quando o assunto é mobilidade urbana sustentável. Isso ocorre porque o problema maior na legislação, em sentido lato, consiste no fato de que a teoria nem sempre é aplicada na prática. Logo, é inaceitável que essa situação se perpetue na sociedade contemporânea.
Em segundo lugar, é preciso atentar que uma das causas que corrobora para o problema é o pouco uso de pouca locomoção sustentável diariamente pela sociedade. Segundo Gilberto Dimenstein, jornalista do portal Catraca Livre, o grande mal do cidadão é a banalização do olhar, e não enxergar as mazelas sociais como a pouca mobilidade urbana sustentável. Nesse sentido, é necessário que medidas imediatas sejam tomadas para que a sociedade possa usufruir de seus direitos.
Outrossim, questões sociais estão intimamente ligadas à mobilidade urbana sustentável. Nesse âmbito, a cegueira moral, fenômeno exposto por José Saramago em sua obra ”Ensaio sobre Cegueira“, caracteriza a alienação da sociedade frente às demais realidades sociais, a qual é fomentada pelo baixo uso de mobilidades sustentável no dia adia. Logo, é mister providenciar uma reconfiguração no ensino para formar indivíduos conscientes e auto reflexivos, capazes de intervir e melhorar a sociedade em que vivem.