Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 29/08/2020
A mobilidade urbana se apresenta como um grande desafio em todas as metrópoles do mundo, visto que, este problema no trânsito denuncia a falta de investimentos na infraestrutura das cidades, e a carência de políticas públicas.
Pode-se observar que o rápido e mau planejamento das cidades trouxe como consequência a migração oscilante. Graças a ela, o indivíduo necessita migrar por uma longa distância para chegar ao seu local de trabalho ou estudo. Junto a isto, devido aos altos níveis de violência e situação precária dos transportes públicos, é preferível um veículo próprio. O resultado dessa equação, quando multiplicado por uma parcela de brasileiros, resulta em engarrafamentos e estresses.
Entre os fatores que mais influenciam a dificuldade desta condição, podemos citar a concentração econômica das grandes metrópoles em pequenos centros, o que dificulta a mobilização. Também precisamos nos atentar ao enorme crescimento nas compras de veículos particulares, em decorrência desta compra desenfreada, várias esferas acabam sendo prejudicadas. Por conseguinte, a natureza é gravemente atingida, já que, com o aumento expressivo do número de veículos particulares, eleva-se o número de emissão de gás tóxico responsável pelo Efeito Estufa, causando malefícios tento a natureza, quanto a saúde do homem.
É imprescindível que o governo invista em transporte público e ciclovias, a fim de que as pessoas tenham mais maneiras de se locomoverem com segurança e rapidez. Portanto, medidas são urgentemente necessárias para melhorar a mobilidade urbana do Brasil e com baixo impacto ambiental.
Para isso, é indispensável que, além da ampliação da rede pública de transportes, ações como a implantação de ciclovias e a adoção do rodízio veicular sejam executadas em todas as metrópoles nacionais pelos governantes, visando o fim dos congestionamentos e, consequentemente, à redução dos problemas ambientais.