Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 30/08/2020
A capacidade de se movimentar de maneira eficiente entre lugares sempre foi de grande importância, segundo o filósofo e economista francês, Serge Latouche, o sinal de alerta para o meio ambiente acendeu na metade do século XX, devido ao desenfreado crescimento e desproporcional consumo das atividades produtivas e da população, desta forma podemos notar a busca pela diminuição dos impactos ambientais. Porem, quando entramos na questão da mobilidade urbana vemos desafios relevantes analíticos, como o aumento da frota de veículos e a dificuldade que tem sobre a implementação de novos métodos de locomoção menos agressivos para o meio ambiente.
Em primeiro lugar, o crescimento do numero crescente de carros no Brasil se deve, especialmente, ao estável péssimo dos transportes públicos e se deve a ideia de julgamento de alguém sobre as posses do mesmo. Na nossa sociedade onde o consumo e o que roda as engrenagens do mundo, sobre este assunto Zygmunt Bauman diz “consumo, logo existo”, o que o sociólogo quis dizer com esta falar é que na nossa sociedade para que para você ser considerado alguém dentro da sociedade e necessário constantemente consumir e manter bens materiais. Tendo isto em mente podemos diz que veículos podem mostrar um status de poder, sendo assim ao se obter um veiculo e imposto sobre a pessoa um status de poder, importância, fazendo com que as pessoas assim o comprem. E quando somamos essa condição da sociedade com o fato anteriormente mencionado da precariedade do transporte publico no Brasil, temos assim a situação perfeita para o aumento de poluentes na atmosfera.
Também, o que acaba por piorar e a falta de interesse do governo em investir em melhorias nos transportes públicos e em implantar ciclovias em mais locais para que as pessoas sejam mais incentivadas a pegarem as suas bicicletas e irem para o trabalho. Mesmo as bicicletas sendo consideradas mais rápidas e baratas que os carros, temos obstáculos que fazem muitas pessoas não a utilizarem, segundo uma reportagem do G1 esses obstáculos seriam na sua grande maioria a falta de respeito dos condutores motorizados que representa 34,6% dos entrevistados e o segundo seria a falta de infraestrutura adequada, como ciclovias e bicicletários representando 26,6% dos entrevistados.
Mediante a isso, podemos notar os desafios claros que temos de enfrentar, para enfrentar este problemas e indispensável que os estados, na atuação dos Ministério do transporte (MT), melhorem as condições dos transportes públicos aumentando a sua quantidade e aumentar a quantidade de ciclovias que temos presentes nas cidade, assim também colocando as sinalizações nas ruas para que aumente assim a seguranças dos ciclistas. E em conjunto a grandes emissoras de televisão, o Ministério da saúde divulgar os prejuízos que os automóveis nos trazem e os benefícios das pedaladas.