Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 30/08/2020

Após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil começou a urbanizar-se de forma rápida e desordenada. Percebe-se isso diariamente nos dias atuais, que no país não houve os devidos planejamento na infraestrutura das cidades, para facilitar a locomoção de pessoas. A partir disso, as cidades passaram a ser preenchidas por automóveis.

A principal causa desse acontecimento, é simplesmente a falta de estrutura, a cidades não possuem ciclovias em grande escala, o que dificulta ainda mais esse tipo de locomoção de baixo impacto ambiental. Pode-se utilizar como exemplo o Estado de São Paulo que “há três anos, contava com apenas 5 quilômetros de ciclofaixas. Hoje, os pedaços de chão reservados às bicicletas alcançam 108 quilômetros. As receitas da TC Urbes devem ser de 500.000 reais neste ano, o triplo de 2010”.

Através dessa dificuldade de mobilidade de baixo impacto ambiental, surge diversas consequências. “Segundo pesquisadores, mais de setenta milhões de toneladas de gás carbônico são liberados na atmosfera decorrente da utilização de gasolina por veículos no Brasil. Dessa forma, esse composto químico é responsável pelo aumento do aquecimento global, o que ocasiona a elevação da temperatura média e, consequentemente vários problemas ambientais, esse automóveis também ocasionam o aumento no número de acidentes, e de tráfego nas cidades.

Visto que, é de extrema importância que nas cidades ocorrem mobilidade de baixo impacto ambiental. É necessário desenvolver métodos para incentivar formas sustentáveis de transporte, para isso o governo pode desenvolver projetos parecidos com a da bicicleta compartilhada, o governo também deve implementar mais ciclovias nas cidades, a as escolas devem exercer o papel de ensinar ainda mais sobre a educação ambiental.