Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 30/08/2020
Hodiernamente, a mobilidade urbana sustentável é um desafio que atinge a sociedade brasileira, que vem sofrendo com uma alta nos índices de poluição atmosférica, sobretudo, nas grandes metrópoles nacionais. Feito isto, discorrem-se sobre as consequências dessa poluição para o meio ambiente e, de que forma esta situação pode ser resolvida.
Um dos meios de transporte benéfico para o meio ambiente são os velocípedes, que gastam menos de meio megajoules para se locomover em 1 quilometro. Contratada pela prefeitura da cidade de São Paulo, a empresa Tc Urbes, fundada pelo ciclista Ricardo Corrêa em 2007, visa facilitar o deslocamento rotineiro construindo, ao longo da cidade, faixas para pedestres e ciclovias, que conquistou, em 2016, 108 quilômetros de pista, 103 quilômetros a mais que no ano de 2013.
Outros meios de transportes rápido, econômico e eficiente são os veículos elétricos, como metrôs e bondes. Estes, além de agredirem menos a natureza que os veículos a óleo, podem diminuir drasticamente o fluxo de carros nas estradas, reduzindo o tempo de viajem dos indivíduos e os gastos com combustíveis. Exemplo disto é a extensão da Transcarioca, na linha 4, que, além de reutilizar a água dos equipamentos, transporta mais de 300 mil pessoas por dia. Essa obra também funcionou como ponto turístico para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.
Destarte, para que a mobilidade urbana reduza os impactos ambientais, seguindo como plano os modos de transportes citados acima, faz-se necessário toda uma reestruturação arquitetônica nas cidades em todo o Brasil, que vão de construção de ciclovias até deslocação de casas e prédios, para edificar uma estrutura resistente paras os metrôs e bondes. Além de tudo, é absolutamente necessário o apoio do governo, para financiar as obras e conscientizar a população das melhorias feitas, motivando as pessoas a recorrerem aos meios menos degradantes e poluentes de transportes, como os citados no texto acima.