Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 30/08/2020

Nos dias de hoje, ter um veicúlo próprio - carro ou moto - é um sonho para muitos. A mobilidade urbana sustentável visa melhorar o deslocamento das pessoas de forma ecológica, onde o meio ambiente não seja tão afetado. Diversas metrópoles sofrem com engarrafamentos, poluição e um número cada vez maior de veicúlos nas ruas. Gerando assim, uma grande quantidade de poluentes, que no futuro próximo, serão fatais não só para o meio ambiente, como para o ser humano.

Pesquisas sobre a mobilidade urbana indicam que 44,3% da população brasileira usa o transporte público como principal meio de deslocamento. Porém, um dos motivos da ‘‘fuga’’ dos usos de onibus é a insuficiência desse meio para atender a população e também o aumento frequente das passagens. Em muitos lugares do Brasil não existe metro e nem trem, o que dificulta ainda mais o uso dos transportes públicos. A saída encontrada por muitos brasileiros é manter ou obter carros/motos para se locomover com facilidade e rapidez. Infelizmente, essa ‘‘saída’’ aumentou muito os níveis de poluição e afetou diretamente a qualidade de vida das metrópoles.

A insegurança social é um grande inimigo para o uso de meios mais sustentáveis, como; bicicletas, skates, onibus, entre outros. Assaltos ocorrem com frequência com os usuários desses meios, além dos atropelamentos e assasinatos. O número alto de congestionamentos gera estresse na população e o conforto do automovel vira um grande inimigo para a saúde fisíca. Também, a poluição sonora e ambiental gera um ambiente desconfortável e tóxico, para o meio ambiente e para as pessoas.

Portanto, com o aumento do efeito estufa e do aquecimento global, é necessário que sejam oferecidos estruturas para o estudo de veículos sustentáveis. Além disso, os paises devem ampliar a qualidade dos transportes públicos e investir em ciclovias, visando a emissão de gases poluentes. A mídia tem um papel fundamental nesse processo, incentivando a população a optar formas mais ‘‘saúdaveis’’ e ecológicas de se locomover.