Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 30/08/2020

Com avanço da tecnologia no meio automobilístico e uma intensa urbanização no mundo, passou a ser inevitável o investimento na produção em massa de carros. Nos dias atuais se pode notar essa realidade na quantidade de carros e motos presentes nas ruas e rodovias, contribuindo para a emissão de vários gases poluentes que acarretam o aquecimento global e a poluição atmosférica.

Nos dias atuais, ficou claro que possuir um meio de transporte significa ter uma boa vida financeira, além disso o conforto e a segurança também influenciam na hora da compra do automóvel, principalmente por conta do número insuficiente de ciclovias, superlotação de transportes públicos, como ônibus, e a violência.  Segundo o G1, o Brasil tem em média, 32 ciclistas internados por dia devido a acidentes por conta da falta de ciclovia, ou pelo fato dos motoristas não respeitarem o mesmos e as marcações das pistas de bicicleta.

Em consequência disso, o número de circulação desses veículos nas ruas vem se elevando a cada ano, causando engarrafamentos, que aumentam relativamente o tempo de cada pessoa no trânsito, resultando no estresse diário, que posteriormente poderão acarretar em discussões e brigas no trânsito. Dentre outros problemas está a poluição do ar, em São Paulo, por exemplo, os carros são responsáveis por 90% da poluição o do ar, especialistas dizem que respirar o ar da capital paulista equivale a fumar dois cigarros por dia.

Portanto, se faz necessário que o Governo junto com o Ministério do Meio Ambiente, invista em palestras para incentivar o uso de veículos sustentáveis e por meio da mídia, fazer uso de comerciais com o intuito de abordar o mau que o uso excessivo de carro traz para o meio ambiente, e por fim deve-se aumentar o número de ciclovias, para que assim, aqueles que optarem para fazer o uso de bicicletas terem mais segurança e uma redução na polução atmosférica.