Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 29/08/2020
Com o início da Segunda Revolução Industrial, automóveis começaram a ser produzidos. Eles eram considerados um artigo de luxo, mas com o passar dos anos, se tornaram necessidade. Como consequência, nos dias atuais ocorre a superlotação dos mesmos nas ruas, principalmente nas metrópoles.
No Brasil, a produção e comercialização de automóveis aumentam ano após ano, isso porque, as pessoas necessitam de um meio de transporte mais “prático” para se locomoverem. Com o aumento frequente da passagem, grande parte da população opta por carros ou motos, em decorrência, o número de automóveis nas ruas aumentam absurdamente, o que decorre em trânsito e maiores problemas ambientais, já que segundo o Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) os automóveis são responsáveis por 72,6% da poluição do ar.
É de extrema importância citar a nova gasolina que deverá estar disponível em 100% dos postos até novembro. Segundo a Petrobras, maior produtora de combustível derivado do petróleo no país, a nova gasolina traz mais eficiência energética e promete reduzir o consumo em até 6%, além de ser mais eficaz para o meio ambiente já que contribui com menos emissões de poluentes, conforme Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos, logo, a vantagem ecológica é maior.
Diante desse cenário, o governo deve atuar com campanhas de incentivo para a população optar pelo uso de bicicletas e outros recursos que causam menos danos ambientais. Além de adiantar o processo para que a nova gasolina chegue mais rápido e seja acessível para todos. Só assim, os problemas ambientais causados por isso, serão diminuídos.