Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 27/08/2020

Com a Segunda Revolução Industrial, no século XIX, carros começaram a ser produzidos e comercializados, tornando-se um artifício desejado por toda sociedade para facilitar a locomoção. Por conta disso, atualmente, em consequência desse fato histórico, é possível perceber a superlotação de veículos nas avenidas e ruas brasileiras, trazendo como principal consequência a emissão de diversos gases poluentes que contribui enormemente para o aquecimento global.

É notório que ter um carro ainda é sinônimo de riqueza, associado ao aumento da renda dos indivíduos, e “status”. Os números insuficientes de ciclovias, superlotação nos transportes públicos, e, principalmente, a violência urbana, leva esse meio de transporte a ser selecionado. Além disso, o conforto e a segurança também são fatores levados em consideração na hora de escolher um automóvel.

Em contrapartida, isso leva um considerável aumento de circulação desses veículos nas ruas, causando além dos engarrafamentos, que aumentam horas no trânsito, em trajetos que poderiam durar minutos, mas também o estresse diário e a poluição do meio ambiente. Tendo isso em vista, se vê que a cada dia se faz mais necessário o uso de automóveis com baixo impacto ambiental. Citando a Copenhague, na Dinamarca, como modelo motivacional, é de extrema importância afirmar que esta reduziu o uso de combustíveis fósseis e emissão de gases poluentes em até 25%.