Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 31/08/2020

Nas primeiras décadas do século XX, nos Estados Unidos, ocorreu o desenvolvimento dos automóveis pessoais, tecnologia que colaborou com a locomoção pessoal, porém, mostrou-se um fator que agride o meio ambiente. Nesse contexto, a mobilidade urbana de baixo impacto ambiental é preterida, pela população, ante o transporte privado. Isso se deve, principalmente, à negligência dos governos para a questão. Dessa forma, medidas a fim de incentivar a utilização de transportes menos poluentes precisam ser estabelecidas, antes que a mobilidade urbana gere um caos ambiental.

No entanto, é importante pontuar, de início, que, em 2012, São Paulo, a maior cidade brasileira, tinha apenas 5 quilômetros de ciclofaixas, o que demonstra a precária infraestrutura mesmo nas grandes cidades. Dessa forma, a população não se encoraja a fazer percursos com transportes alternativos, como a bicicleta ou, até mesmo, caminhando. Assim, vê-se que o espaço geográfico brasileiro, em seu conceito técnico, precisa passar por uma profunda estruturação para se adequar às práticas ambientais.

Portanto, o Estado, por meio dos prefeitos municipais, construa várias ciclovias em todas as médias e grandes cidade brasileiros, com o intuito de criar infraestrutura que encoraje a população a utilizar bicicletas e fazer percursos caminhando. Às escolas e às universidades, por intermédio de palestras, cabe a conscientização da sociedade acerca da importância de utilizar veículos não motorizados e transportes coletivos, a fim de diminuir a emissão de gases poluentes. Nessa perspectiva, espera-se que o Brasil consiga encaixar-se na posição de um país que respeita o meio ambiente.