Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 28/08/2020

A mobilidade urbana vem se tornando cada vez mais difícil ao longo dos anos. O aumento populacional nas cidades tem sido um dos principais fatores para a dificuldade de locomoção. O aumento no número de carros faz com que as avenidas sejam pequenas para todos aqueles que desejam circular. Ademais, a emissão de gases poluentes também é um fator preocupante devido a seus impactos ambientais. Dessa forma, a inserção de meios de transporte mais ecológicos e que reduzem efetivamente este problema continua sendo a opção mais eficaz para solucionar esta incógnita.

Em primeiro lugar, sabe-se que o governo deve assegurar e promover a preservação ambiental em todo o território nacional, de forma a conservar a biodiversidade local. Entretanto, isso não é uma realidade. As metrópoles são negligenciadas quando se trata de políticas públicas eficientes para a conservação do meio ambiente. Simplórias medidas como a ampliação da malha de ciclovias ou o incentivo ao uso do transporte público para a redução dos carros circulando causariam um enorme efeito positivo, visto que ocorreria a consequente diminuição de emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono. Porém, entende-se que as autoridades não investem massivamente nesse tipo de projeto e perpetuam a existência de uma realidade poluente e alarmante. Em resumo, os principais desafios de mobilidade urbana com baixo impacto ambiental são a ineficiência do estado e também da população, que em maioria não obtém a conscientização correta sobre a ecologia e os danos causados pelos combustíveis fósseis.

Em segundo lugar, o aumento populacional influencia diretamente no tráfego das metrópoles, seja por carros de passeio ou caminhões, já que as rodovias são o meio de transporte mais utilizados no país para qualquer tipo de carga. Isso faz com que os centros sejam saturados de pessoas e carros o tempo todo, causando um ambiente tóxico e estressante de diversas formas. As questões culturais e econômicas brasileiras influenciam no rumo dessas novas opções de transporte e, acima de tudo, da natureza.

Contudo, medidas que visam amenizar os desafios da mobilidade urbana são necessárias. Para tal, o Ministério do Meio Ambiente, em conjunto com o Ministério da Economia, deve promover uma política de aumento de impostos sob combustíveis, por meio da super taxação tributária para o consumidor final, de forma a reduzir o consumo desse produto e incentivar o povo a utilizar o transporte público e/ou outros de baixo impacto ambiental. Essa medida propõe, a longo prazo, a diminuição expressiva do número de carros na rua em oposição ao aumento de bicicletas e pessoas. caminhando,.o que configura um cenário muito mais ecológico e consciente.