Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 30/08/2020

Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável; cabe a ele escolher seu modo de agir. Logo, com o avanço do sistema capitalista, recai sobre o homem o compromisso de tornar o mundo mais sustentável. No século XXI, a preocupação com a poluição emitida pelos automóveis e a falta de acessibilidade para os que são de baixo impacto ambiental, reflete essa realidade no Brasil.

Preliminarmente, para que seja realizado um maior uso dos meios de transportes mais sustentáveis é conveniente que tenham os recursos necessários e indispensáveis, como, ciclovias, faixas de pedestres e qualidade nos veículos coletivos, tendo assim, um bom atendimento e taxas justas, contudo, esta não é  a realidade de todo o país, conflitando assim, não somente os trânsitos causados, mas o meio ambiente.

Um levantamento “Connected Car Industry Report 2014”, realizado pela Telefónica mostra que o ciclo de vida do veículo no País é de 1,7 ano, intitulando o brasileiro como a população que mais troca de carro. Dessarte, grande parte dos gases poluentes liberados são providos dos mesmos, sendo assim, uma redução de seu uso causaria respectivamente, porém, a longo prazo, a contaminação na natureza.

Em virtude dos aspectos abordados conclui-se que, é dever do Governo Federal, juntamente com o Ministério do Meio Ambiente realizar obras nos lugares que não possuem as devidas condições para a locomoção de forma consciente com o meio vivido e promover o incentivo para a utilização dos transportes públicos, de bicicletas e as caminhadas, desse modo, será possível formar um bem estar entre a sociedade e meio ambiente.