Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 31/08/2020

Sem dúvidas, é necessário discutir sobre os problemas causados através da emissão de poluentes atmosféricos gerados pela queima de combustíveis fósseis. Entretanto, é indiscutível que apresentar formas alternativas e ecológicas e implementá-las em centros urbanos torna-se uma tarefa difícil, devido a comodidade presente no uso de transportes automobilísticos que protagonizam a emissão de gases do efeito estufa.

Desde a criação dos primeiros automóveis em 1807, o ser humano passou a utilizá-los cada vez mais para locomoção, tendo em vista que tais veículos eram inúmeras vezes mais rápidos que carruagens. Todavia, muito mais poluentes e prejudiciais ao meio ambiente devido aos motores de combustão interna movidos a gás combustível.

Atualmente, após um grande crescimento populacional em metrópoles, o acúmulo de carros e transportes públicos passou a se tornar um problema no trânsito, fazendo com que cidades como São Paulo adotassem medidas para reduzir o número de transportes circulando durante a semana. Por consequência, realizar trajetos a pé e de bicicleta vem sido cada vez mais viáveis para a população, diminuindo o número de automóveis nas estradas e consequentemente as emissões de gases poluentes.

Ademais, realizar trajetos de bicicleta podem ser muito mais rápidos, pois não congestionam nos semáforos e contribuem para um ambiente mais visualmente limpo e sem a poluição sonora provocada pelas buzinas dos carros. Além de bicicletas, optar por transporte público também pode ser eficaz e, de certa forma, menos prejudicial para o meio ambiente.

Em resumo, é importante que as prefeituras de cidades muito populosas tomem medidas para reduzir o número de carros nas ruas, realizando parcerias com iniciativas privadas do setor de transportes, implementando pontos de aluguéis de bicicletas em diversos locais, inserindo mais transportes públicos efetivos para circulação e ciclofaixas nas ruas como incentivo para o uso de bicicletas almejando sempre o aumento de ciclistas e a redução de veículos que emitem gases poluentes.