Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 31/08/2020
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como principal característica um nacionalismo ufanista acreditando em um Brasil utópico. Entretanto, o descaso com a sustentabilidade na mobilidade urbana torna o país ainda mais distante do imaginado pelo personagem. Nessa perspectiva, seja pela falta de investimento no serviço público de limpesa, seja pela falta de campanhas de conscientização, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgentemente.
Primeiramente, cabe ressaltar que a lacuna gerada pelo órgão governamental responsável pela preservação do meio ambiente é uma das principais causas da problemática. Isso porque o desinteresse das instituições públicas em facilitar a locomoção sustentável acarreta maio na propagação de dióxido de carbono na atmosfera terrestre. Sendo assim, nota-se que essa situação é nitídamente agravada pela irresponsábilidade do Estado.
Em segundo plano, deve-se destacar que a falta de campanhas -tanto de conscientização quanto de sustentabilidade- tornam o problema ainda mais agravante. Isso é devido ao fato de que a propagação da educação ambiental pode mitigar o impacto causado pela poiluição. Dessa forma, percebe-se que o tema vem sido tratado com despreso por parte das instituições ao longo dos anos.
Portanto, está claro que o problema vem assolando grande parte da sociedade e que medidas são necessárias para resolver este entrave. Posto isso, é necessário que o Governo , por meio de palestras e debates em escolas, instruam os alunos sobre a importancia do tema tratado. Em suma somente assim observar-se-ia uma melhora condição da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental no Brasil, aproximando o país cada vez mais do imaginado por Policarpo Quaresma.