Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 30/08/2020
Ao longo do processo de formação do Estado brasileiro, do século XVI e XXI, o consumo exagerado pelo uso de transporte individual consolidou-se e permaneceu forte. No entanto, a ausência de políticas públicas de infraestrutura e planejamento urbano adequado auxiliaram para a desordem no trânsito. Dessa forma, muito se tem discutido sobre a questão da mobilidade urbana no Brasil, seja pela carência de leis, seja pelos problemas ambientais.
A utilização de gasolina por veículos no Brasil libera mais de 70 milhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera. Desse modo, essa substância química é responsável pelo aumento do aquecimento global, o que gera a elevação da temperatura média e, consequentemente, vários problemas ambientais.
Nessa situação, vemos a necessidade de desenvolvermos meios para amenizar essa situação e tentar revertê-la. Muitas empresas de automobilismo já produzem carros elétricos que não precisam de combustível para se locomoverem ou carros híbridos que emitem menos gases poluentes na atmosfera, ajudando a minimizar o efeito estufa.
Em Fortaleza foram instalados postos de bicicletas para uso compartilhado, com intuito de minimizar impactos ambientais, diminuir o trânsito, além de melhorar o bem-estar da população. De acordo com estatísticas, essa medida já evitou a emissão de duzentas toneladas de CO2.
Para diminuir a emissão de gases poluentes é necessário o governo deve implementar projetos similares ao de bicicletas compartilhadas, fazendo propagandas, escolas fazendo aulas sobre educação ambiental, mas não só debatendo esse assunto mas criando medidas para estimular o transporte de baixo impacto ambiental.