Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 28/08/2020

Entre os séculos XIX e XX, a degradação ambiental foi crescente e desenfreada, sendo a revolução industrial um dos principais motivos, com consequências evidentes até o século XXI – contaminação atmosférica, da água e dos solos. Apesar do fato de que os benefícios são comprovados e apresentam um bem para o planeta e os seres em geral, o número de pessoas e locais do globo que adotam, de fato, esse estilo de vida, são ínfimos.

Diante dessa problemática, pode-se mencionar que pessoas, como Sérgio dos Reis, de 54 anos, após terem optado por um estilo de vida mais saudável e pelo uso de um meio de transporte menos nocivo, relatam os benefícios da prática, que variam desde a diminuição de gastos com gasolina e estacionamento, até o aumento na saúde com a diminuição do stress causado pelo cotidiano.

Neste sentido, a diminuição da emissão de gases nocivos para a atmosfera é outro ponto importante a ser citado, onde podemos mencionar, por exemplo, a capital da Dinamarca, exemplo quando o assunto é diminuição de gás carbônico, com uma redução de 21% em relação a 2005, situação alcançada através de regras de sustentabilidade e pelo fato de que grande parte da população usa bicicleta como meio de transporte.

Diante dos fatos apresentados, percebemos a importância que a mudança e adaptação para com um novo modelo de vida faz. Indubitavelmente, é necessário haver incentivos para que haja a mudança, ponto onde o governo deve intervir, criando mais ciclovias, além de disponibilizar em locais com bastante movimentação e tráfego um serviço de bicicletas para a população, que, com o passar do tempo, será incentivada a utilizar esse meio de transporte. Consequentemente, coisas como poluição e trânsito irão diminuir, transformando o meio ambiente e criando um local mais saudável para habitar.