Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 28/08/2020

Durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961), ocorreu um grande investimento no setor de bens duráveis, entre eles os automóveis. Esses fazem parte do cotidiano dos brasileiros, pois servem como meio de locomoção; e por isso afetam diretamente a nossa qualidade de vida e principalmente o meio ambiente. Diante disso, é preciso cumprir os desafios de uma mobilidade urbana de baixo impacto ambiental.

Cerca de 60% dos derivados do petróleo são destinados ao setor automobilístico, dentre eles está o combustível utilizado por automóveis, que são grandes emissores de CO2. Porém, não se pode simplesmente acabar com o uso desses meios de transporte, porém, pode-se diminuir seu uso constante através do uso de bicicletas. Entretanto, não são todas os locais que possuem ciclofaixas e bicicletários, dificultando a vida dos ciclistas.

Porém, como já foi mencionado, não se pode abandonar totalmente o uso de carros e coletivos, e nem sempre a bicicleta é uma opção. Baseado nisso, é preciso melhorar a qualidade de dos transportes públicos, no qual transportam em média 80 pessoas, enquanto que em um carro só cabe 5. Com essa mudança, mais pessoas irão passar a usá lo e consequentemente, diminuir a quantidade de gases emitidos e os engarrafamentos.

É explícito que são vários os desafios a serem cumpridos, então é preciso que a mídia faça campanhas incentivando o uso da bicicleta, mostrando seus benefícios à saúde e ao ambiente. Além disso, cabe ao cidadão aderir às caronas solidárias com amigos, vizinhos; visando diminuir a poluição e o uso maior do transporte público. E por fim cabe ao governo investir em ciclofaixas e na qualidade dos transportes públicos para melhor atender a população.