Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 28/08/2020
No Brasil, o uso de bicicletas passou a fazer parte do cotidiano de muitos brasileiros, principalmente nas grandes capitais. Mas, um fator de grande importância deve ser levado em consideração, que é a falta de infraestrutura nas cidades do país.
A falta de investimento na construção de ciclovias, dificulta o processo de transição da população, porque as pessoas não se sentem seguras em andar de bicicleta em uma rodovia junto com os carros, sem um espaço separado e asfaltado somente para esse meio de transporte.
Ainda convém lembrar, os benefícios que pedalar diariamente podem trazer tanto para saúde física, quanto para saúde psicológica. De acordo com a pesquisa do Extra: ‘‘andar de bicicleta faz bem para pele e o coração, além de reduzir o risco de depressão’’.
Todos esses fatores, devem ser levados em consideração já que a tendência das cidades do país, principalmente nas capitais, é ter um aumento significativo no número da população. Dessa forma, as ruas e avenidas que já não dão conta da quantidade de veículos e motocicletas, serão inviáveis daqui alguns anos.
Além disso, a poluição causada pelo gás carbônico e outros gases que são liberados na atmosfera, prejudicam não só aquela região mas todo o globo com o aumento do efeito estufa, causando o derretimento de geleiras, e com isso o aumento do nível do mar, além de aumentar a temperatura do planeta.
Portanto, é imprescindível que a infraestrutura da cidade esteja preparada para que esse meio de transporte se torne viável e comum para população.
Dessa forma, é necessário que o Governo Brasileiro invista financeiramente, ou até mesmo crie uma lei que obrigue os Estados a construir de 2 à 4 Km de ciclovia em cada município. A Secretária de Obras de cada estado, pode planejar as obras para que as pessoas possam ter mais facilidade e segurança ao andar de bicicleta. Espera-se com isso, que a poluição diminua e traga mais qualidade de vida para população.