Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 27/08/2020

Com a urbanização das cidades, além de trazer industrias, trouxe uma aglomeração de pessoas nessas regiões, acarretando assim em um aumento no trânsito, na poluição, no comércio e outros. Portanto, considerando por exemplo, grandes cidades uma locomoção é necessária, porém ela acaba trazendo problemas, tanto ambientais, tanto sociais.

Usando por exemplo a capital São Paulo, é muito comum ver um enorme movimento de pessoas que estão indo trabalhar, pagar contas ou até passeando, mas por ser uma grande cidade e as coisas serem muito longes umas das outras recorrem a meios de transportes como metros, carros, ônibus e outros, ocasionando tráfegos. Porém, mesmo com a facilidade de usar desses meios deve-se levar em conta o impacto ambiental causado pelo mesmo. Esse alto número de veículos ocasiona na emissão de muita fumaça, além de ruídos, que poluem o ar.

De acordo com o G1, no ano de 2019, foram vendidos mais de 2,5 milhões de automóveis. Tendo isso em mente, optar por meios de transporte como bicicletas os até andar, ocasiona na diminuição de poluentes e também na diminuição de produção e consumo de carros, menor utilização de combustível para automóveis e na geração de lixo que eles causam. Ademais, o uso desses meios de transportes de baixo impacto ambiental, levam o “motorista” a tornar-se mais saudável, economizar dinheiro e é claro, não poluir o meio ambiente.

Com isso, o Ministério da Infraestrutura deve construir ciclovias e ciclo faixas para aumentar o número de ciclistas e o Ministério do Meio Ambiente deve incentivar a população com, campanhas e movimentos para incentivá-los a utilizarem meios de transportes que não poluam a natureza. Com isso, o meio urbano irá suprir a necessidade de locomoção sem causar poluição.