Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 31/08/2020

A atualidade é marcada de grandes mudanças, entre elas, o consentimento para medidas inibidoras dos meios poluentes, destaque ao setor locomotivo. Conquanto, citar esse setor aparenta ser contraditório, mas iniciativas existentes à introdução e incentivação exclusiva do ciclismo demonstram um retorno irrecusável como, além do baixo investimento, benefícios à saúde física e, principalmente, mental à população. Todavia, isso parte à frente de rigorosas dificuldades, boa parte realizadas pelo ausente incentivo e discernimento da sociedade e Estado, perpetuando, assim, a improbabilidade de uma realidade promissora.

Ademais, a falta de políticas públicas por parte do Estado representa maior percentagem das dificuldades. Portanto, deve-se assegurar que meios para promover a qualidade de tal infraestrutura já é negligenciado e, por consequência, é denotado com a má administração dos recursos e sua péssima aplicação. Outrossim, poucas são as justificativas para negar o investimento de ciclovias e políticas de segurança aos seus usuários, pelo contrário, tais incentivos estão em completa conformidade segundo assegurado pelo artigo 225 da Constituição. Dessa forma, torna-se também evidente que o incentivo desses meios não apenas obstrui a realidade poluente, mas depreende a reivindicação de direitos.

Em segundo plano, a sociedade é mais um dos fatores interferentes, dado sua cultura, de cuja maneira aderente aos meios correntes de locomoção. Portanto, isso torna, claramente, perceptível ao observar, de sobremaneira, a existência de grandes tráfegos de veículos adjacentes a uma ciclovia. Por conseguinte, vale concluir que dos benefícios existentes e aos constantes incentivos do Estado, estes os quais irreais, não são suficientes para que a população se sujeite a tal, mas permanecem nos meios tradicionais de locomoção sem uma reflexão propendente (motivo de que não foram educados para possuírem tamanha posição crítica).

Desse modo, é necessário medidas para que a nova forma de locomoção alternativa seja valorizada devidamente e seja produto da eficiência desejada por parte da infraestrutura do Estado. Portanto, cabe ao Ministério da economia e ao Ministério do meio ambiente impulsionar a população a utilizar meios alternativos de transporte, como remodelamento da infraestrutura local para acomodamento de ciclovias, diminuição dos custos para obtenção de veículos condicionados, divulgação e reforçamento da segurança corrente, tudo para modelar a sociedade aos meios ecológicos e sustentáveis. Dessarte, é certo de que, com devido incentivo, boa parte da população consiga descartar meios poluentes e contribuir a um cenário muito mais ecológico e consciente.