Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 30/08/2020
Desde a Revolução Industrial, entende-se que com a maior disponibilidade de empregos e o consequente aumento da dinâmica populacional nos centos urbanos, houve necessidade de utilizar meios de transporte para facilitar a locomoção social. No entanto, quando se observa os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental, verificou-se que os diversos problemas para a empresa desses veículos sustentáveis favorece a continuação de danos ambientais, seja pelas péssimas condições de transporte público ou pelo fato de compreensão dos benefícios trazidos pelos transportes ecológicos.
Em primeira análise. A constituição Federal de 1988, assegura bem-estar individual a todos, entretanto as más condições dentro dos transportes públicos viola esse direito. Nesse contexto, o fenômeno atualmente negligenciado no transporte coletivo contribui para a individualização do deslocamento e prejudica o planeta. Logo, grande parte dos ônibus estão superlotados e com baixa qualidade de higiene e segurança, colocando funcionários e passageiros em risco.
Outrossim, o uso de carros particulares devido à capitalização do tempo causará prejuízos econômicos e problemas de saúde física e mental de motoristas alienados por essa ideologia. De maneira análoga, muitas pessoas optam por veículos individuais com a intenção de agilizar o período de percurso. Por consequência, geram muitos gastos com combustíveis e acabam desenvolvendo problemas de saúde.
Em virtude dos fatos encontrados, cabe ao Ministério da Fazenda em parceria com o Ministério do Transporte, destinar uma maior parcela de economia para o aperfeiçoamento dos meios de transporte, com o objetivo de trazer bem-estar para as pessoas, ampliando a utilização desse coletivo. Em paralelo, o Ministério das Telecomunicações deve promover anúncios ministrados por artistas com influência social para promover os benefícios dos transportes ecológicos.