Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 29/08/2020

Teoricamente, os meios de transporte são responsáveis ​​pela redução do tempo de distância, da movimentação de pessoas e mercadorias e da integração étnica. No entanto, a manutenção da ideologia automobilística e o investimento instável do governo em um modelo de baixo impacto ambiental têm exacerbado os desafios do transporte urbano no Brasil. Portanto, esses problemas promovem o aumento gradativo da saturação das estradas e da emissão de gases poluentes.

A princípio, é importante destacar que a ideologia inerente ao consumo de automóveis difundida pela indústria cultural, como a aquisição de fama, poder e prestígio social, levou os brasileiros a optarem pelo carro em vez da bicicleta, optando naturalmente pelo automóvel. Além disso, reduzindo a indústria O imposto sobre o produto (IPI) parece aumentar a compra de automóveis, prejudicando a subutilização do transporte sustentável. Com isso, vale destacar que a falta de anúncios e propagandas que tenham interesse em promover a venda de diversos modelos de motocicletas indica que os esforços da empresa para maximizar os lucros com produtos de alto valor agregado têm se intensificado.

Além disso, é um problema que a negligência do país em relação ao deslocamento tenha menos impacto sobre o meio ambiente. Além disso, embora a atual constituição enfatize a necessidade das comunidades e dos mais importantes poderes públicos manterem um meio ambiente ecologicamente equilibrado, hoje isso não é uma realidade no país. Ao contrário da Carta Magna promulgada em 1988, o Estado de Nova York não possui medidas que afetem o uso de meios alternativos de transporte (como bicicletas). Portanto, é importante ter um melhor desempenho do governo em relação às ciclovias nas grandes cidades, e uma manutenção mais eficaz dos ônibus circulando na cidade.

Portanto, parece que a existência de longo prazo da cultura ideológica automobilística e da cultura industrial está relacionada à falta de interesse nacional na introdução de modelos alternativos e sustentáveis, sendo um fator que causa a subutilização do transporte ciclístico. Portanto, é necessário que as empresas responsáveis ​​pela produção de bicicletas por meio de propagandas e propagandas de descontos incentivem o uso desses veículos no dia a dia dos brasileiros, a fim de reduzir a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera. O departamento de transportes do governo também deve fornecer mais recursos para o projeto e construção de ciclovias adequadas à realidade e ao meio ambiente do Brasil, contratando engenheiros, gerentes e arquitetos bem treinados, o que também é crucial.