Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 28/08/2020

A mobilidade urbana tem relação com dois conceitos fundamentais: qualidade e custo de vida. Quando fica muito difícil se locomover em uma cidade ou se essa cidade não oferece oportunidades e facilidades, o impacto no orçamento aumenta. Com o tempo,se nada melhora, a tendência é para o esvaziamento. Ou seja,a migração acelera. Sendo assim, é, acima de tudo, uma estratégia que contempla ações para que a circulação de pessoas possa fluir de forma tranquila e agradável.

De acordo com a Associação Nacional de Empresas de Transportes Urbanos (NTU),no Brasil, por exemplo,dos 5.570 municípios 47,9% não são sequer atendidos por transporte público via ônibus. Dessa forma, em boa parte dos municípios do Brasil, a mobilidade urbana incipiente deverá ser estruturada de acordo com a LMU.

O Estado não elabora medidas que influenciam o uso de transportes alternativos, por exemplo, a bicicleta. Dessa forma, mostra-se importante uma melhor atuação governamental em relação às ciclovias das grandes metrópoles e a uma manutenção mais eficiente dos ônibus que circulam pelas cidades.

Diante dos fatos mencionados esses desafios necessitam da intervenção civil e estatal. Sendo assim, visando diminuir a circulação de carros e aumentar a utilização dos transportes públicos, como também das bicicletas, o Estado deve, na atuação do Ministério dos Transportes (MT) assegurar um maior número de ônibus nas capitais em parceria com as empresas desses veículos, mantendo sempre o custo da passagem acessível a todos, além de aumentar o número de ciclovias e sinalizações nas ruas, na tentativa de garantir a segurança dos ciclistas e incentivar o uso das bicicletas no cotidiano da população.