Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 27/08/2020
Durante o mandato de Juscelino Kubitschek, houve a ascensão da indústria automobilística, na qual criou-se uma cultura, em que carro é sinônimo de status social. No entanto, desde então, a aquisição de automóveis foi frequente e desenfreada. Com impactos negativos, principalmente ao meio ambiente, é necessário que as empresas parem com a ambição do crescimento econômico. Além de ser de extrema importância o incentivo ao uso dos meios de transportes não poluentes para a diminuição dos impactos ambientais.
Em primeiro plano, com a ascensão da indústria automobilística houve muito lucro para a economia nacional o que colaborou para o capitalismo, que é um sistema econômico que visa o lucro das empresas. Segundo o relatório do Serviço nacional de trânsito, o Brasil terminou com mais de 50,2 milhões de carros e 19,9 milhões de motos em 2012 o que evidencia-se que o número de automóveis vem crescendo cada vez mais. Tal modelo, torna-se um dos principais motivos para o aumento da quantidade de carbono na atmosfera, ocasionando, assim, o aquecimento global e o derretimento das geleiras, evidenciando ainda mais a importância de resolver o problema em questão.
Todavia, os impasses encontra-se também no planejamento adequado para alcançar o deslocamento das pessoas e bens de forma despoluente. A falta de interesse das pessoas de trocar o conforto de um carro por uma bicicleta, ônibus ou a pé, as grandes corporações lançam cada vez mais automóveis com tecnologias de última geração, o que chama mais atenção ainda do público, e o sedentarismo que faz os indivíduos ficarem dependentes de algum veículo, exercem fortes pressões sobre as administrações locais que buscam minimizar os impactos negativos ambientais desse conjunto de transformações de ordens econômicas, políticas e sociais.
Portanto, medidas são necessárias para resolver a problemática. O Ministério do Meio Ambiente deve entregar um projeto de lei à Câmara dos Deputados e no mesmo deve constar a exigência da preservação da camada de ozônio e da diminuição dos poluentes na atmosfera a fim de diminuir os impactos ambientais, causados pelo carbono liberado dos automóveis. Além de incentivar a utilização dos meios de transportes não poluentes e falar dos benefícios que isso proporcionará a natureza e a saúde das próprias pessoas, através de propagandas em parceria com as grandes emissoras de televisão. Promovendo, então, a diminuição do dilema para que assim haja a mobilidade urbana de baixo impacto ambiental.