Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 28/08/2020
Durante o Governo de Juscelino Kubitscheck houve o incentivo na compra de veículos particulares, criando-se a cultura de que carro é sinônimo de status social, gerando um aumento excessivo de automóveis, o que provoca um grande problema: a poluição. Porém, não ocorreu o planejamento adequado na infraestrutura das cidades para facilitar o deslocamento diário dos cidadãos, através de meios alternativos, como as bicicletas.
Um estudo lançado pelo Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) revela que os automóveis são responsáveis por 72,6% das emissões de gases efeito estufa, o que ocasiona a elevação da temperatura média e, consequente, vários problemas ambientais, sendo assim, temos a necessidade da diminuição da utilização desses meio de transportes.
Dessa forma, as bicicletas são ótimas opções, além de combater o sedentarismo, o hábito de andar de bicicleta aumenta a resistência muscular, desenvolve o bem estar, reduz o colesterol, controla a glicemia no sangue, melhora a circulação do sangue, entre outros fatores positivos, e o mais importante de todos: Não polui o meio ambiente.
Portanto, levando em consideração o que os meio de transportes mais convencionais causam na natureza, o Governo Federal deve disponibilizar verba para que as prefeituras juntamente com a secretaria de obras possam instalar mais ciclovia pelas cidades, incentivando a população a utilizarem mais bicicletas e o hábito de caminhar, outro fator que também estimularia essas praticas são as propagandas desenvolvidas pelo governo expondo o que os automóveis provocam no planeta.