Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 28/08/2020

Bicicleta, peão, metros elétricos, ônibus limpos, comboios. Todas opções mais sustentáveis de se locomover, principalmente dentro dos grandes centros urbanos. Essas formas alternativas de mobilidade, além de diminuir os estresse oriundo de horas de engarrafamentos, agridem muito menos o meio ambiente. Diante disse, é importante um olhar crítico acerca desse cenário a fim de revertê-lo.

Antes de mais nada, é fato que a sociedade vê o carro como sinônimo de status, consequência, não só de falta de conhecimento sobre o assunto e do consumismo, como também, de uma enorme falha no transporte público e incentivo de formas alternativas e sustentáveis de se locomover. Ao ir para o trabalho de bicicleta, por exemplo, uma pessoa pratica exercício físico, economiza com combustível e não enfrenta engarrafamentos.

Por outro lado, a poluição é a principal consequência do problema. Entre os anos de 2002 e 2012, segundo dados do Observatório das Metrópoles, enquanto a população brasileira aumentou 12,2%, o número de veículos registrou um crescimento de 138,6%. Visto que o carro é o principal vilão, esse é um número extremamente preocupante, já que, com isso, o meio ambiente vai ser cada vez mais atingido.

Para reverter essa situação, é necessário que cada cidade crie um plano para melhorar sua mobilidade urbana, focando no incentivo de formas alternativas e sustentáveis de locomoção. Criando mais ciclofaixas e bicicletários, reformando as calçadas, desenvolvendo um sistema de aluguel de bicicletas com custo acessível a toda população e fazendo melhorias nos transportes coletivos. Tudo isso a fim diminuir a quantidade de automóveis particulares nas cidades e, consequentemente, reduzir a poluição.