Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 28/08/2020
A mobilidade urbana configura-se como deslocamento de cargas e pessoas nas cidades, com o objetivo de desenvolver relações sociais e econômicas. Em vista disso, com a crescente urbanização nos grandes centros urbanos, notou-se um aumento da frota de veículos ocasionando danos ao meio ambiente e a saúde humana. Desse modo, faz necessário rever tal tendência e criar alternativas para superar esse desafio.
Em 1960, durante o governo de Juscelino Kubitschek com seu plano de metas, houve uma maior valorização a cultura do carro, mais vias começaram a ser construídas levando as pessoas a preferirem o transporte por automóveis. O excesso de carros nas estradas se agravou com o passar dos anos, junto com a falta de segurança e infraestrutura de transportes e vias públicas.
Além disso, segundo o IBGE, nos últimos dez anos, a frota de veículos automotivos cresceu cerca de 70%, o que elevou os índices de poluição e afetou a qualidade de vida nas metrópoles, estimulando índices maiores na incidência de chuva ácida e a inversão térmica que atinge a população principalmente durante o inverno e causa diversos problemas respiratórios.
Portanto, para resolver o problema da mobilidade urbana é preciso planejar e criar estratégias, como a adoção de campanhas educativas que estimule as pessoas a coletivizarem mais o transporte público, porém, o Governo deve investir em infraestrutura e segurança de qualidade para atender a população, com o intuito de incentivar o uso.