Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 28/08/2020
O aumento na frota de veículos a combustão é uma das consequências do plano de desenvolvimento implementado por Juscelino Kubitschek, em 1950. Foi estimulada a instalação de empresas automobilísticas e a construção de rodovias Federais no país. Apesar dos automóveis serem tão populares e amplamente utilizados, reconhecer os impactos negativos causados à sociedade e ao meio ambiente é de fundamental importância.
Para reduzir os automóveis nas ruas, é necessário de mudar alguns hábitos da população. Como por exemplo, carros com somente um passageiro deveriam ser substituídos. A locomoção nas grandes cidades por transportes coletivos é precário. Problemas como, ônibus atrasados, lotados e sem conforto é uma realidade.
É de se considerar também, fatores como a falta de conscientização ecológica da população, já enraizada na cultura brasileira, sobre a poluição causada pela enorme quantidade de carros na rua, juntam-se ao crescente poder aquisitivo da classe média que troca de automóvel a cada 1,7 ano em média, segundo a pesquisa “Connect Car Industry Report” 2014 .
Conclui-se então, que cabe ao Governo Federal por meio do ministério de propaganda em pareceria com o da Educação, a realização de campanhas em escolas e em universidades que visem a conscientização dos jovens e a aplicação de políticas ambientais. Cabe também aos Governos Municipais e Estaduais a implementação de melhorais no sistema de transporte publico.