Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 28/08/2020

A mobilidade urbana é algo demasiadamente importante nos dias atuais. Com a evolução das indústrias e evolução da tecnologia, vários empregos surgiram e junto deles, a necessidade de se mover para o local de trabalho, ou até mesmo para lazer. E por isso, o ser humano criou diversos métodos para que pudesse se locomover para seu destino, tal como ruas, ciclovias, carros, motos e outros meios de locomoção. Mas isso nem sempre favoreceu a todos e muito menos ao meio ambiente, que com o aumento da produção desses meios, vem sendo prejudicado.

Ao citar o desfavorecimento na mobilidade urbana, devemos relembrar o Artigo 5°, o qual diz: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.”. E na sua décima quinta lei é dito que “É livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.”.

Os deficientes físicos encaram uma enorme dificuldade de locomoção até mesmo dentro do próprio município e embora haja a inclusão deles na lei do direito de ir e vir, é de suma importância ressaltar que não é apenas necessário incluir, mas também dar acesso. Muitas ruas possuem uma má infraestrutura, como calçadas, meio-fios e rampas antigas, que estão em más condições e consequentemente dificultam a movimentação de pessoas com mobilidade reduzida e até mesmo deficientes visuais.

Sabendo disso, é fundamental promover uma ação governamental em prol da melhora  de ruas, a qual não prejudicará o meio ambiente, devido ao fato de ser uma restauração de estrutura já existente, sem a necessidade de remover regiões com árvores. Assim como as pessoas que não são desfavorecidas, os portadores de deficiência devem ser tratados como normais e terem acessibilidade à mobilidade necessária.