Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental
Enviada em 28/08/2020
Com o passar dos anos a tecnologia vem sendo algo cada vez mais presente e acessível em nossas vidas, tanto que, para ir ao trabalho nos dias de hoje, por exemplo, o uso de veículos se torna algo comum e quase que padrão na vida de muitas pessoas. Padrão esse que vem sendo cada vez mais consueto, de forma a se tornar um problema para o meio ambiente. Não só a mobilidade urbana se tornou mais presente e acessível, como também tornou a emissão de agentes ofensivos no ambiente mais presente, fazendo também com que empresas automotivas pensem meios de contornar esses problemas.
É evidente que, conforme o nível de acesso e praticidade para a mobilidade crescem, cresce também consigo os problemas. É muito mais fácil um cidadão de bem chegar ao seu trabalho de forma rápida, prática, mais segura e individual usando seu carro do que optar por utilizar do transporte público, menos seguro e onde há toda uma preparação desde o embarque até o desembarque para chegar ao seu trabalho. Esta preparação seria desde ir ao local de embarque no horário previsto até ver por onde seriam os pontos de parada, se seriam muitos e ocasionariam no atraso dessa pessoa ou se o ponto de parada mais próximo é realmente perto de seu destino. Mesmo um veículo fazendo o papel de vários outros juntos e impactando menos no ambiente não o torna o favorito.
Atualmente, com os avanços tecnológicos, carros movidos somente a energia elétrica deixam de ser coisa do futuro e passam a ser algo dentro da nossa realidade graças a Elon Musk, um visionário,empreendedor e filantropo, dono da empresa automotiva e de armazenamento de energia, Tesla, Inc., que tornou possível a não utilização de combustíveis fósseis e nocivos ao ambiente para o funcionamento de carros, bastando apenas conectá-los à tomada para que carreguem e funcionem. Mesmo os carros elétricos contribuindo com menos impactos, o custo não é algo agradável tornando essa opção ‘‘mais ecológica" menos acessível. Permanecendo o uso dos combustíveis fósseis como número um na lista da maioria.
Portanto, ficando nítido o quão difícil é um meio de mobilidade urbana se tornar algo eficiente para os cidadãos de bem, sem que cause muitos impactos no ambiente, seja de baixo custo e que agrade a maioria, como mostra os fatores supracitados, faz-se necessário o levantamento de pesquisas com o Governo junto do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para saber o que agradaria mais a população e basado nesses dados obtidos, promover a construção desse novo meio com supervisão do ISP (Instituto de Segurança Pública) e deverá ser analisado também pelo Instituto Ambiental do Brasil se é seguro ou não para o meio ambiente e só então, ser disponibilizado à população.