Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 19/10/2020

O famoso protocolo de Kyoto, surgiu com a necessidade de medidas sustentáveis para controlar a poluição. Esse que, tentou diminuir ao máximo as emissões de gases agravantes do efeito estufa. Dentre esses está o dióxido de carbono, principal componente da fumaça liberada por veículos. Assinado na Rio +5, teve o Brasil como participante. Este porém, ainda apresenta emissões consideráveis, devido ao seu principal meio de transporte extremamente poluente e a falta de investimentos em modais de baixo impacto ambiental para mudar essa realidade.

Primeiramente, é importante ressaltar que a grande quantidade de automóveis rodoviários intensifica a poluição. Pois, é comprovado o seu alto grau de dióxido de carbono liberado para a atmosfera devido a sua necessidade por combustão. Esse processo utiliza-se do oxigênio, que, em contato com o carbono do petróleo produz a substância responsável pelo agravamento do efeito estufa.

Ademais, a greve dos caminhoneiros em 2018 apenas confirma a imensa dependência do país desses meios rodoviários, quando os comércios sofreram com a carência de mercadorias. Tudo isso porque 75% dos produtos brasileiros são transportados por caminhões, segundo o site do G1.  Desse modo, fica evidente a falha no sistema de modais brasileiros sustentáveis.

Portanto, a falta de investimentos por parte do governo nessa área é clara. Para mudar isso, cabe ao Presidente da República a responsabilidade de criar um projeto de lei, para que, por meio de acordos com o Sistema Legislativo, possam efetivá-la. E que nela seja instituído a construção de ductos para auxiliar o transporte de mercadorias e também aumentar o número de metrôs para a circulação da população. Assim, diminuindo consideravelmente a taxa de emissão de dióxido de carbono no país, colaborando com o protocolo de Kyoto e com o planeta.