Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 30/01/2021

No filme “Harry Potter e a Câmara Secreta” de Chris Columbs, é retratado o meio de transporte dos bruxos, vassouras voadoras. Contudo, fora da ficção, é muito difícil encontrar, na contemporaneidade, meios de transporte com baixo impacto, uma vez que, a maioria das cidades brasileiras enfrentam enormes desafios. Nessa perspectiva, diante de pouco investimento, urge uma medida de transformação. Ademais, tal avidez não ganha espaço com a população que ainda é relutante a mudança.

Sob esse viés, George Shaw, respeitável jornalista irlandês, já afirmou sobre a importância do progresso por meio da mudança. Nesse sentido, recentemente, sabe-se que pouco se investiu no território nacional em meios de acesso mais sustentáveis como: ciclovias, metrôs e ônibus. Logo, o país precisa mudar, uma vez que é vital, diminuir engarrafamentos nas rodovias e reduzir gases que fazem o efeito estufa. A partir dessas mudanças, a qualidade de vida no meio urbano irá melhorar e elevar o progresso ambiental. Entretanto, é fácil perceber que essa importância não é tão reconhecida e que quase não há incentivos fiscais de mudanças.

Sendo assim, conforme Steve Jobs, ex-diretor e criador da empresa Apple de tecnologia, “As pessoas não sabem o que querem, até mostrarmos a elas.” Face ao exposto, o estado deveria mostrar para a população como meios de baixos impactos são capazes de transformar a mobilidade urbana. Embora, esse trabalho no momento atual, é mais cansativo, uma vez que diminui cada vez mais o número de pessoas que aceitam mudanças. Contudo, cabe frisar em jamais desistir, pois quantos mais carros, mais gases tóxicos na atmosfera que em grande concentração, podem causar mortes e destruições de florestas. Isso faz crer, uma certa urgência na adoção de medidas que cuidem não somente desses problemas, mas também de seus efeitos.

Fica claro, portanto, que apesar de crucial, o papel transformador do transporte com pequeno choque ambiental não tem sido aproveitado no Brasil. Posto isso, o Governo e a mídia podem trabalhar em conjunto e difundir valores ambientais, por meios de campanhas compartilhadas nos meios de comunicação. Além disso, empresas motadoras de veiculos automotores como a Fiat, devem investir em projetos e estudos com recursos para transportes mais ecológicos, de modo que, pouco a pouco, esses mecanismos de baixo impacto como de Harry se torne realidade.