Os desafios da mobilidade urbana de baixo impacto ambiental

Enviada em 08/10/2021

Durante a Revolução Industrial, na metade do século XIX, surgiu o primeiro automóvel, criado por Henry Ford. Após isso, a popularidade do uso do carro só cresceu a cada ano. No entanto, no cenário nacional atual, com esse aumento, a mobilidade urbana sustentável tem sofrido dificuldades para ser incrementada. Isso ocorre devido ao descaso governamental e ao despreparo estrutural.

Sob esse viés, convém destacar a questão da negligência estatal diante da locomoção urbana. De acordo com a Constituição Federal de 1988, é um dever do Estado legislar e executar medidas no ambiente transitório. Diante desse, infelizmente, tal ideal é deturpado, já que o governo não investe na melhoria dos meios de transporte e das vias públicas. Por resultado, justifica a baixa qualidade dos ônibus, a ausência de reformas nas rodovias e a falta de segurança, o que leva as pessoas a optarem pelo carro particular.

Além disso, a precária infraestrutura é, também, um impasse à mobilidade de baico impacto ambiental no Brasil. Isso se explica, pois, com o aumento do êxodo rural e das migrações, algumas cidades do país cresceram de modo desordenado, o que fez com que muitos recursos não suprissem a superlotação, como é notado, hoje, na Grande são Paulo. Com isso, as ruas não comportam a alta quantidade de carros e pessoas presentes. Consequentemente, não há espaço para a construção de ciclovias, disponibilidade de transportes alternativos, além de não comportar todos os indivíduos que necessitam utilizá-los.

Portanto, é imprescindível que o governo, com auxílio das empresas privadas, priorize a aplicação de capital financeito no setor locomotivo, por meio dos impostos pagos pela sociedade, a fim de estimulas o uso dos meios de locomoção públicos e ampliar a segurança e a fiscalização para utilização de caronas solidárias e de bicicletas. Assim, torna-se possível a resolução dessas problemáticas acerca da mobilidade sustentável das cidades do país e do mundo.